Sthefano Cruvinel, CEO da Evidjuri, alerta que julgamentos complexos exigem especialistas técnicos no processo judicial
Durante o julgamento dos acusados pela tentativa de golpe de Estado, o ministro Cristiano Zanin apontou que os advogados de defesa não buscaram auxílio técnico para examinar as provas apresentadas nos autos. A fala, feita no início de seu voto sobre a preliminar de cerceamento de defesa, precisa ser recebida como mais do que uma observação pontual: trata-se de um chamado à realidade.
O sistema de Justiça brasileiro ainda insiste em tratar processos complexos como se estivéssemos na era do papel e da máquina de escrever. Hoje, provas digitais, registros de mensagens, metadados, rastros em nuvem, entre outros, são o centro de disputas que podem definir o futuro de uma democracia. Exigir que advogados, por conta própria, tenham condições de auditar evidências dessa natureza é não apenas irreal, mas perigoso.
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