O ponto cego climático das big techs e a ilusão da sustentabilidade digital, por Câmara Log
A COP30 chegou com a promessa de ser o grande encontro global capaz de redefinir compromissos ambientais e reposicionar países diante da emergência climática.
Mas, enquanto governos anunciam metas ambiciosas, um ponto cego se repete de forma quase constrangedora: o impacto climático das big techs e da infraestrutura digital que sustenta a economia contemporânea.
Na prática, essa visão se apoia em métricas incompletas, inventários que não capturam a natureza distribuída das emissões tecnológicas e metodologias que foram desenhadas para o século XX, não para uma sociedade movida a dados, modelos de IA e processamento de larga escala.
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